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LOUD vs BAK: organização e jogador se processam

LOUD e BAK se processam na justiça alegando quebra de contrato. Organização pede valor milionário a ex-membro que também cobra valores a mesma.

LOUD vs BAK: organização e jogador se processam
BAK/Reprodução/Instagram

Na última quinta-feira (18) veio à tona para o público um processo jurídico envolvendo a LOUD e seu ex-membro Gabriel Lessa. No Twitter, as especulações sobre o que possa ser não param, mas o principal motivo é sobre a saída do pro player da organização em 20/04 como noticiamos aqui no site.

Apesar do processo ter sido exposto nestes últimos dias, o mesmo já vem ocorrendo desde da saída de Bak da LOUD. O processo tem como fundamento a quebra de contrato por parte do jogador e como consequências a empresa pede R$ 2,5 milhões. Já Gabriel Lessa processou a sua ex-equipe em cerca de R$ 931 mil, referentes a atrasos nos repasses de pagamentos.

Segundo a LOUD, Bak deixou de cumprir seus deveres na organização constados no contrato e cita os principais pontos:

  • Parceria: vincula Bak como influenciador digital da LOUD;
  • Agenciamento: define a LOUD como agente de Bak, responsável por impulsionar a carreira, cuidar da imagem e iniciar, intermediar e fechar contratos em nome dele;
  • Prestação de serviços artísticos: detalha quais são os serviços que Bak deve prestar à LOUD, como a participação em conteúdos para a web;
  • Licença: trata da administração do canal de Bak no YouTube pela LOUD.

Bak também enviou documentos sobre os atrasos nos repasses de pagamentos, que segundo ele são:

  • Contrato da Garena: quase US$ 20 mil (o que daria cerca de R$ 100 mil na conversão para o câmbio atual), referentes aos meses de novembro e dezembro de 2020 e janeiro e fevereiro de 2021;
  • Contrato de Adsense: US$ 7.916,46 (cerca de R$ 44 mil), referentes a janeiro de 2021;
  • Contrato da Twitch: US$ 192 mil (cerca de R$ 960 mil), referentes aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2020 e janeiro de 2021.

Segundo apuração do ge, diante do não pagamento Bak reincidiu unilateralmente, alegando que as pendencias lhe dariam o direito de sair da organização sem pagar a multa contratual. Já a LOUD discorda da argumentação do mesmo, já que a empresa não poderia efetuar os pagamentos de Gabriel Lessa sem antes receber os valores da Garena.

Além da Garena, a LOUD consta que houve atrasos por parte da Twitch, empresa em que a organização possui contratos de livestream. Mas, firma que fez cobranças constantes a ambas as empresas e que não tem culpa do não recebimento dos pagamentos.

– Confira a matéria detalhada no ge clicando aqui. –

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